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O Que Visitar

 

Montanhas íngremes rasgadas por vales onde fluem rios de água cristalina é o cenário que compõe o concelho de Tabuaço. Nas escarpas da montanha erguem-se as dezassete povoações do concelho, rodeadas por campos lavrados que coabitam com florestas.

Tabuaço foi classificado, em 2001, como Património Mundial da Humanidade, pela UNESCO, devido à preservação de vestígios da sua cultura e do património arquitetónico, de origem humana e natural. Dos vários miradouros avistam-se encostas de vinhedos que contrastam com as amendoeiras em flor, no início da Primavera.

Abaixo destacamos alguns locais de interesse a visitar na Região do Alto Douro, pode sempre contar com o nosso apoio na obtenção de mais detalhes e informações:

 
 
 
Quinta do Panascal

A Quinta do Panascal, data do século XVIII, e é a mais importante das três magníficas propriedades da Fonseca. É uma lindíssima propriedade sobranceira ao rio Távora oferecendo, a quem a visita, um ambiente paradisíaco. Recebeu diversos prémios, destacando-se o "Best of Wine Tourism 2005" na categoria de Special Wineries Tourism e o facto de ter sido incluída pela revista "Decanter" no top 10 dos locais mais românticos das regiões vinícolas europeias, tendo sido a única representação portuguesa. Dos seus vinhedos saíram as uvas que produziram os Vintage Fonseca de 1927, 1948, 1977 e 1994, considerados os melhores vinhos do mundo (100 pontos)pela revista "Wine Spectator".

 
Quinta do Seixo

Situada na margem esquerda do rio Douro e mencionado pela primeira vez em meados do século XIX, a Quinta foi comprada por Sousa Guedes no final do século, em cuja família se manteve até ser comprada pela Ferreira em 1979, e depois pela Sogrape em 1987. Possui um moderno centro de vinificação incluído num circuito turístico educacional e atrativo. A quinta integra vinhas replantadas em patamares e sob o sistema de vinha ao alto, ideal para zonas com pouca inclinação. Em 2010, venceu o prémio global Best of Wine Tourism na categoria "Arquitetura e Paisagem", atribuído pela rede Great Wine Capitals.

 
Quinta do Crasto

As origens da Quinta do Crasto remontam ao século XVII, sendo detida pela família Roquette há mais de um século. No seu terreno ainda se encontra um marco pombalino datado de 1758.

 
Quinta de S. Luiz

A Quinta de S. Luiz fica situada na margem esquerda do Rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, na freguesia de Tabuaço e é considerada uma das mais emblemáticas da Região. Os vinhos de porto e Douro DOC podem ser comprados no piso térreo, antes ou depois de fazer a degustação no 1º andar, onde a vista sobre o rio Douro é encantadora. A Quinta de S. Luiz possui a alma do Douro, e representa tudo o que de melhor o Douro apresenta, com um encanto único.

 
Museu do Imaginário Duriense

Museu inaugurado em Janeiro de 2009, com o propósito de expor as lendas e as crenças populares da região do Douro. Este pólo do Museu do Douro encontra-se instalado num edifício do século XIX. Estas instalações já serviram uma escola agrícola, um externato e a biblioteca pública.

 
Miradouro de Nossa Senhora de Fátima

O Miradouro de Nossa Senhora de Fátima é um pequeno espaço ajardinado com bancos em granito, algumas árvores de sombra e um pequeno santuário à Santa que lhe dá o nome. Próximo de Valença do Douro, numa das muitas curvas da EN504 sobranceiras ao Douro, este miradouro proporciona vistas ímpares sobre os socalcos das vinhas e uma grande extensão do serpentear do rio.

 
Igreja de São Pedro das Águias

Templo românico edificado no século XII. Na frontaria apresenta um arco ornamentado, apoiado em colunelos duplos, capitéis e impostas bem lavradas. Merece destaque a decoração dos capitéis. A fachada principal está a uma curta distância do maciço rochoso e, foi implantada no sentido do declive. Desenhos de animais no portal axial que significa a guarda da entrada dos templos e do seu interior sagrado.

 
Mosteiro de São Pedro das Águias

Convento que apresenta vestígios de arquitectura religiosa românica, maneirista e barroca. A estrutura primitiva mostra ter sido um convento cisterciense. A igreja é de nave única, capela-mor e sacristia. Apresenta também claustro com dormitório, refeitório, sala do capítulo e uma quinta agrícola para auto-suficiência da vida conventual.

 
Igreja Matriz de Tabuaço / Igreja de Nossa Senhora da Conceição

Igreja barroca de construção primordial da época medieval. Apresenta planta longitudinal e é composta por nave, capela-mor, capela lateral e sacristia. O interior é de coro-alto e o retábulo principal de talha dourada do estilo barroco nacional.

 
Capela Românica de Sabroso / Capela de Santa Maria de Sabroso

Capela de arquitectura românica e seiscentista. Apresenta uma estrutura de nave única e capela-mor estreita. Está situada em local de vestígios de ocupação humana - prevê-se que desde o período castrejo. Junto aos muros denota-se a existência de lápides sepulcrais.

 
Barcos

Numa das encostas do rio Távora, situa-se Barcos, aldeia vinhateira do concelho de Tabuaço. Crê-se que na povoação de Barcos terá existido um castelo medieval, construído como defesa às invasões mouriscas. Outros autores referem que antiga paróquia de Santa Maria de Sabroso, anterior à formação do país, terá dado origem a Barcos, nos séculos XIV e XV. Esta localidade integra o lugar de Santo Aleixo onde se estendem várias quintas agrícolas e de produção vinícola, como a Quinta do Serro, narrada por Abel Botelho no conto O Cerro, da obra Mulheres da Beiras, publicada em 1829. A Igreja Matriz de Barcos, edificada nos séculos XIII/XIV, foi classificada como Monumento Nacional, em 1922, e constituí um dos elementos mais valiosos da localidade.

 
Cabeço das Pombas

Situadas num alforamento granítico, na freguesia de Pinheiros, as gravuras rupestres do Cabeço das Pombas constituem uma manifestação artístico-religiosa de grande importância, com origem suposta na Idade do Bronze, embora se desconheça o seu simbolismo exacto. Crê-se que estivessem associadas a um culto cerimonial. As figuras inscritas na rocha estão agrupadas por conjuntos, gravadas em diferentes épocas, sendo as mais antigas o ramiforme central.

 
Douro por Comboio

Para além dos cruzeiros ou dos meios mais usuais, a viagem para o Douro pode ser feita por comboio, com o rio a acompanhar a viagem. Existe, ainda, um comboio centenário, que percorre uma parte da região, levando-nos de volta aos primeiros anos do século anterior.

Uma vez na Régua pode viajar no comboio histórico, uma locomotiva a vapor, com 250 lugares, distribuídos por cinco carruagens. Este comboio estabelecia a ligação com a estação do Tua, que agora se encontra desativada, devido à construção de uma barragem na região, que irá submergir o circuito ferroviário. No entanto, o comboio turístico continua a ter ligação com a estação do Pinhão.

 
Cruzeiros no Rio Douro

Para conhecer o rio Douro, nada melhor do que percorrê-lo de barco. As diferentes embarcações turísticas (minicruzeiros de pequena duração, cruzeiros de um dia com refeições a bordo e cruzeiros de navio-hotel com estadia a bordo) dão resposta às necessidades e ao gosto de cada turista.

Alguns cruzeiros e minicruzeiros têm temas adequados à região como, por exemplo, a produção de vinho ou a natureza, permitindo visualizar as quintas da Região Demarcada do Douro ou as arribas do Parque Natural do Douro Internacional, onde habitam espécies raras, como as aves de rapina.

 
Parque Arqueológico do Vale do Côa

O Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC) concentra a maior parte dos sítios Pré-históricos de Arte Rupestre do Vale do Côa, considerados como dos mais importantes do mundo, em arte paleolítica de ar livre. Está classificado como Património da Humanidade pela UNESCO, que inclui, ainda, uma extensão em Espanha, o sítio de Siega Verde, no rio Águeda. Atualmente são conhecidos mais de 60 núcleos rupestres, disseminados ao longo de 26 quilómetros.